segunda-feira, 1 de abril de 2013 | By: Mel Santos

À deriva


Eu: barco  de velas apagadas
na escuridão do alto mar,
Estou: à espera de um vento,
de um Sol ,
qualquer Luz é farol
a me nortear...

Você:  meu sopro de vida,
insuflou-me de nuvens,
e deixou-me aqui:
simplesmente perdida!

[aprender-se...ficou para outras bocas,
outras peles, agora: tua palavra inexiste - me repele...]

Mel
 
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6 comentários:

Manuel Luis disse...

Um sopro e um sorriso para tua alegria.
Bj

Nádia Santos disse...

Que lindo! Como sempre tu escrevendo com uma intensidade e sensibilidade que eu adoro. Bjus linda!
=> Gritos da alma
=> Meus contos
=> Só quadras

José João disse...

Triste, mas muito bonito e intenso. Escrito com a alma e, parece, realmente com tristeza. Um abraço.

Henrique Caldeira dos Santos disse...

Pleno de sentimento, de intencionalidade e inteligência. Adorei a pontuação, também!
É nostálgico, sim, mas muito bom!
beijinho

Lúcia Bezerra de Paiva disse...

Esperamos sempre uma tábua de salvação...

Parabéns, pela doçura do poema e da música.

Hei de voltar, Mel
Um abraço

Celia A disse...

Lindo...

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Mel