terça-feira, 22 de maio de 2012 | By: Mel Santos

O sonho



As vezes – tantas vezes – sonho
onde mora o teu rosto,
onde começa a tua voz…
Não sei quando irei olhar-te;
Mas permaneço preso à tua grata lembrança
que continua a gritar-me lá do sonho
palavras que recusam o esquecimento
e acendem a noite de desejos.


Sei que não há olhos para o invisível,
mas continua cada vez mais viva
esta cegueira incandescente,
que há-de tornar a noite transparente
para que eu possa tocar um raio de luz
que brota dos teus olhos… 






Albino Santos




Que posso dizer Poeta?...
- Encantada!




Mel










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