De tão triste essa tristeza,
nem uma nota benfazeja,
vem em meu encalço acudir...
Só a dor da indiferença,
rasgando o meu peito,
meu presente e meu porvir!
Salva-me de tua ausência,
de teu silêncio alucinante,
sem ti não tenho alegria,
sem ti não vejo horizonte,
talvez, não veja nem a luz do dia...
É essa maldita mal-querença,
que mata mais do que doença,
e não há remédio "seu doutor"!
isso é morrer por gosto
isso é morrer de amor...

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