terça-feira, 31 de julho de 2012 | By: Mel Santos

Amo-te


Tua noite serena invadiu
meu castelo de areia,
me fizeste deusa,e logo sereia...
 

Fui a teus braços guiada pelas
mãos de Morpheu...bebi o néctar
dos deuses em teus lábios,
voei com os anjos...

                     [do céu ao apogeu...]
 
Fui a nota correndo atrás da melodia,
a escansão no teu corpo...

A letra que em nós se fez poesia...
                      [aspirando-nos  a alma...]

E Tu, os dedos em minha doce flauta, 
no compasso da mais sublime escala!
Fui tua ...fui poesia e tu fostes meu!

 
Me roubaria pra ti...já me roubaste
de mim...nem mais sei quem sou eu...



Mel
 


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3 comentários:

Claudemir Resende disse...

Essa sua poesia de Mel, sempre mexe comigo. Beijos querida.

Mel Santos disse...

A sua poesia do Existencial,também mexe comigo...
A verdadeira poesia sempre mexe comigo!
Beijos querido!

Márcio Fontenele disse...

"Me roubaria pra ti...já me roubaste
de mim...nem mais sei quem sou eu..."

Ah! Sentimento. Esse sentimento abstrato, mas tão forte que beira o concreto. Esse sentimento objeto do desejo de tantos. Experimentar tal sentimento como emissor ou como destinatário deve ser uma experiência única. E imagine, conquistar o sentimento de alguém a ponto de ela querer se roubar só para se dar de presente para você. Encerra também grande responsabilidade.
Não sou um cientista literário nem tampouco analista de composição textual, mas te digo suas composições textuais são lindas...sua página é lugar para chegar, para e permanecer...

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